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Banco de leite humano: dificuldade ao acesso atinge 72% das brasileiras

Mesmo tendo uma das maiores redes de Banco de Leite Humano do mundo, Brasil sofre com escassez de unidades

O Banco de Leite Humano (BLH) tem como função promover o aleitamento materno todos os dias, e coloca em prática essa missão através da coleta, processamento e distribuição de leite humano a bebês prematuros e de baixo peso, além de atendimento de orientação e apoio às mães durante a amamentação.

A Rede Global de Bancos de Leite Humano Brasil (rBLH Brasil) foi estabelecida em 1998, por iniciativa do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz. Segundo a rBLH Brasil, o País possui a maior e mais complexa rBLH do mundo, com 224 unidades distribuídas em todos os Estados do território nacional. Confira aqui a localização dos BLHs e postos de coleta.

Entretanto, de acordo com um estudo* publicado recentemente pela Famivita, 72% das brasileiras não têm acesso a um banco de leite humano em sua proximidade.

O Distrito Federal é o Estado em que mais mulheres possuem acesso a um banco de leite, (54%). O Estado do Piauí aparece na última posição do ranking, com o menor acesso a um banco de leite no País (16%).

Confira, no gráfico abaixo, mais informações sobre o estudo:

A importância do banco de leite humano

A rBLH Brasil é tão importante que já foi até reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das ações que mais contribuíram para a redução da mortalidade infantil no mundo na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.

Um dos objetivos de um banco de leite humano é manter a amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, conforme recomenda a OMS e o Ministério da Saúde. Porém, 31% das brasileiras não conseguem atingir o objetivo de amamentar seus filhos exclusivamente nesse período. 

Infelizmente, muitas de nós, mães, criamos aquela imagem romantizada da amamentação – e sofremos quando essa não é a nossa realidade.

A falta de orientação adequada para alcançar o sucesso na amamentação pode gerar alguns transtornos para a lactante, como dor, e ainda dificultar a pega pelo bebê.

Nesses momentos, é importante lembrar que o leite materno tem tudo que o bebê precisa para crescer saudável.

Para conseguir amamentar corretamente, as mães podem recorrer à uma consultoria de amamentação. A Famivita oferece esse serviço, e garante que faz toda a diferença, já que a lactante passa a ter acesso a profissionais especializados e experientes, por meio de consultoria 100% online e suporte pós-consulta durante 15 dias. Tudo isso, através de um processo muito rápido, e por um custo muito mais baixo do que as fórmulas e leites especiais.

Como doar seu leite

Na contramão dos dados acima, há também as mães que sofrem por ter as mamas cheias de leite, a ponto de sentirem desconforto durante as mamadas.

Se você, querida leitora, faz parte desse time, você pode se tornar uma doadora do banco de leite humano e ajudar a salvar vidas com o leite não consumido pelo seu bebê.

Você sabia?

Um litro de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. A depender do peso do prematuro, apenas 1ml já é o suficiente para nutri-lo cada vez que for alimentado!

Se você quer doar seu leite, entre em contato com um banco de leite humano. Clique aqui e encontre o mais próximo de você. Lembrando que não existe quantidade mínima para a doação.

Alfajor com biscoito: aprenda a receita perfeita para quando bater a vontade de um docinho

O docinho de alfajor feito com biscoito Maria é super simples de fazer, perfeito para garantir renda extra ou presentear alguém especial

O Alfajor, popular em países como a Argentina, Uruguai e Chile, conquistou os brasileiros com o seu sabor marcante e irresistível.

Com diversas variações e opções de recheios, é sofisticado, por isso, é uma ótima opção para presentear ou vender, garantindo até mesmo uma renda extra (tão necessária ultimamente).

Sendo considerado uma sobremesa inesquecível, foi “abrasileirado” para ser feito em casa, no melhor estilo Faça Você Mesmo, com os tradicionais biscoitos Maria, aquele redondinho, presente na mesa do brasileiro há muitos e muitos anos, e também é perfeito para saciar aquela vontade de um docinho.

O modo de fazer é bem simples e não exige muito tempo nem tanta habilidade na cozinha. Caso opte por presentear alguém, você pode embalar os alfajores individualmente em papel celofane e inseri-los em uma caixinha ou, ainda, fazer um kit maior e entregar em uma linda cesta.

Se for vendê-los, siga o seguinte passo a passo para calcular o preço:

1. Calcule quanto será investido na compra dos ingredientes e do material para embalar o produto;
2. Acrescente a esse valor cerca de R$ 30, que se refere ao gasto com energia elétrica, gás e ao próprio trabalho de mão de obra que você teve para o preparo do alfajor;
3. Divida o custo final pela quantidade de alfajores produzidos;
4. O valor que aparecer na tela da calculadora será o preço mínimo de venda sugerido. O que for inserido além disso, será lucro!

A Estrela, marca da M. Dias Branco, sugere uma receita prática, que rende 20 unidades. Confira o modo de preparo: 

Alfajor com Biscoito Maria Estrela

Ingredientes:
– 1 pacote de Biscoito Maria Estrela
– 500 g de chocolate ao leite hidrogenado, picado
– Doce de leite, o quanto baste

Creme inglês:
– 500 ml de leite
– 5 gemas
– 150 g de açúcar
– 3 colheres (sopa) de maisena
– 5 gotas de essência de baunilha

Há duas formas de fazer um alfajor simples. A primeira opção é a mais rápida, usando como recheio doce de leite comprado pronto ou cozido previamente em casa. Para seguir essa receita, basta seguir o passo a passo do vídeo acima.

A segunda opção é com o creme inglês. Se optar por fazer esta, siga o passo a passo abaixo:

Modo de preparo:
1º passo: 
Comece preparando o creme inglês. Ferva o leite e deixe amornar. Leve à batedeira as gemas com o açúcar e bata até a mistura crescer e ficar esbranquiçada. Junte aos poucos o leite e a maisena e leve ao fogo baixo mexendo sempre, até engrossar. Acrescente a essência de baunilha. Deixe esfriar e reserve.
2º passo: Espalhe o creme inglês entre 3 Biscoitos Maria Estrela, alternando biscoito e creme inglês.
3º passo: Derreta o chocolate ao leite em banho-maria ou no micro-ondas e ainda quente banhe os alfajores.
4º passo: Deixe descansar por 20 minutos sobre papel-manteiga e sirva a seguir.

Rendimento: 20 alfajores
Tempo de preparo: 40 minutos

Setembro roxo: fibrose cística merece atenção dos pais

Setembro roxo: um alerta para a fibrose cística. Imagem: Freepik

Alerta é sobre a fibrose cística, doença genética que é rara e não tem cura. Especialista explica um pouco mais sobre a enfermidade. Confira!

O mês de setembro é conhecido pela cor amarela, para a prevenção ao suicídio. Mas setembro também tem a referência da cor roxa, para a conscientização da fibrose cística, uma doença genética e, infelizmente, pouco abordada.

De origem genética e caráter recessivo, a fibrose cística é transmitida de pais portadores (mesmo quando são assintomáticos) para seus filhos, mas não é contagiosa.

A fibrose cística é uma doença ainda sem cura e rara. Apenas no Brasil, ela é classificada como uma das doenças raras mais comuns, atingindo 1 a cada 10 mil nascidos vivos no país, segundo o Ministério da Saúde.

O que é a fibrose cística

Também chamada de Doença do Beijo Salgado (devido a perda excessiva de sal pelo suor) ou de Mucoviscidose, pelo fato do muco produzido em alguns órgãos ser viscoso, ou seja, as secreções do organismo são mais espessas do que o normal, dificultando a sua eliminação.

Camila Maia de Morais, pneumologista pediátrica do centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica como acontece a enfermidade:

“A fibrose cística ocorre a partir de mutações no gene CFTR, no cromossomo 7. A doença é hereditária e recessiva. Ocorre quando os dois cromossomos 7 têm uma mutação. Pessoas em que a mutação ocorre em apenas um cromossomo 7 não apresentam a doença, mas a transmitem para seus descendentes, e são chamadas de portadoras. Para que uma criança tenha fibrose cística, é necessário que herde um gene anormal de cada progenitor”, detalha.

Diagnóstico de fibrose cística

O diagnóstico, no entanto, pode vir desde cedo. A fibrose cística pode ser detectada no teste do pezinho. “Com o resultado do teste do pezinho alterado, já conseguimos suspeitar e a confirmação se dá com teste genético ou com o exame do suor da criança”, revela Dra. Camila.

A médica ainda afirma que o impacto é grande quando os pais descobrem que o filho possui fibrose cística. “A doença não tem cura, é rara, desconhecida pela população em geral, exige um tratamento por toda vida e que gera morbidade grande”, explica.

A pneumologista ainda conta que os pacientes atingem a idade adulta, mas para isso, “precisam ter um acompanhamento regular e rigoroso com vários profissionais, preferencialmente em um centro de referência”.

Fibrose cística: sintomas são diferentes em cada faixa etária. Imagem: Freepik

Sintomas de fibrose cística

A pneumologista destaca que os sintomas da doença podem variar dependendo da idade:

– Diarreia e desidratação grave e suor salgado, quando bebê;

– Dificuldade de ganho de peso, pneumonias de repetição e fezes gordurosas quando a criança fica um pouco mais velha;

– Na adolescência, diabetes e outras alterações pancreáticas, bronquiectasias pulmonares com tosse úmida constante e falta de ar;

– Já na idade adulta, a infertilidade é um dos sintomas que valem destaque.

Tratamento para fibrose cística

A especialista salienta que o tratamento se baseia em melhorar os sintomas e prevenir ou retardar as complicações.

“Busca-se reduzir infecções, prevenir sequelas pulmonares, além de monitorar a função do pâncreas, já que a fibrose cística afeta vários sistemas do corpo, e a morbidade e mortalidade são causadas principalmente por bronquiectasias, infecções, obstrução de pequenas vias aéreas e insuficiência respiratória progressiva”, afirma a médica.

De acordo com a profissional, o tratamento engloba o uso de medicamentos orais e inalatórios contínuos, além de acompanhamento multidisciplinar que envolve pneumologista, gastroenterologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta e assistente social.

E a doença não seja contagiosa, é recomendável que a pessoa portadora da doença evite o contato com outros pacientes com a mesma patologia.

“Isso pode ser perigoso e deve ser evitado, porque alguns pacientes são colonizados por bactérias diferentes e algumas delas são resistentes e de tratamento difícil, podendo levar a complicações, internações e óbito”.

Como conviver com a fibrose cística

Seguindo todas as recomendações médicas e fazendo o acompanhamento e tratamento indicado de acordo com o aparecimento dos sintomas, é possível conviver com a doença.

“É possível ter qualidade de vida por longo tempo, até vida adulta, para os pacientes que fazem o tratamento de forma adequada e com rigor”, finaliza a médica.

Médico usa Galinha Pintadinha para acalmar e inspira campanha de prevenção de acidentes

Foto: divulgação.

O médico usou o vídeo da Galinha Pintadinha enquanto fazia o resgate da pequena, em maio deste ano.

Um vídeo de uma menina de quatro anos assistindo a Galinha Pintadinha enquanto o médico intensivista Márcio Ronaldo Gonçalves e Silva, de 42 anos fazia o resgate da pequena, viralizou nas redes sociais.

A menina, que tinha sido atropelada por um carro em Itambé, na região metropolitana de Maringá em maio deste ano, estava apavorada durante o trajeto de helicóptero e Márcio, que é pai de dois filhos, teve uma excelente ideia para acalmar a criança.

Essa cena chegou ao time da Bromelia Filmes, criadora e detentora da marca Galinha Pintadinha, que tocados pelo gesto tiveram ciência que os atropelamentos estão entre as causas mais comuns de acidentes com crianças pequenas.

Pensando em levar essa informação aos pais, a Galinha Pintadinha iniciará uma Campanha de Prevenção de Acidentes, com foco nos pequenos.

A iniciativa contará com um vídeo do paramédico Márcio para o canal Ninho das Mães da Galinha Pintadinha, trazendo informações aos pais sobre como prevenir diversos tipos acidentes domésticos com crianças pequenas. O material vai ao ar no canal do YouTube da marca.

“Ficamos muito tocados pela atitude humana do paramédico em seu trabalho, ainda mais se tratando de uma criança tão pequena, por isso logo entramos em contato com o hospital para saber do estado da menina que felizmente se recupera bem. Conversando com o médico, soubemos que acidentes como esses são muito comuns nesta faixa etária, inclusive acidentes de trânsito estão entre as maiores causas de hospitalizações infantis, ao lado de outras situações, como sufocamento e afogamento, por isso achamos importante que a Galinha Pintadinha que tem tantos pequenos fãs pelo Brasil, auxilie os pais e responsáveis por crianças pequenas, levando informação através de uma campanha de prevenção”, aponta Lilian Alves do Carmo, head de comunicações da Galinha Pintadinha.

Reencontro

No dia 12 de junho, a marca promoveu o reencontro de Márcio – premiado pela empresa em reconhecimento por sua atitude no trabalho – e da menina, ocasião em que o profissional ficou responsável por levar algumas lembranças da Popó para sua pequena fã.

Foto: divulgação

Para inovar a receita, veja como fazer Nhoque Gratinado com Alecrim

Nhoque
Nhoque Gratinado com Alecrim. Foto: Divulgação

Nhoque Gratinado com Alecrim é uma receita que arrancará elogios.

Você sabia que o nhoque é originário do Oriente Médio? Mas se popularizou mesmo na Itália e hoje não fica de fora da culinária brasileira.

As receitas variam muito, feitas com ovos, com farinha de castanhas e ainda preparações doces. Os nomes também podem ser diferentes, cavatelli e pisarei, assim como os formatos: conchinha, às vezes com ranhuras feitas numa tábua própria.

No Brasil a mais famosa é feita com batatas. Hum….

Quer aprender uma nova receita? Então confira o passo a passo do Nhoque Gratinado com Alecrim:

Nhoque
2 batatas
250 g de Farinha de Trigo Finna tipo I sem fermento
1 ovo

Acompanhamento
1 kg de nhoque semipronto
4 colheres (sopa) de Margarina Amorela
3 dentes de alho picados
2 ramos médios de alecrim picadinhos
Queijo parmesão ralado a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

 Nhoque

– Descasque as batatas e coloque-as para cozinhar em água fervendo. Cozinhe até que estejam moles, sem desmanchar, por aproximadamente 15 minutos.
– Tire as batatas da água e amasse-as com um garfo ou passe-as no espremedor de batata.
– Em uma vasilha, junte a batata espremida com a farinha de trigo e o ovo. Trabalhe a massa até que consiga ter formado uma bola.
– Em uma superfície polvilhada com farinha, abra a massa em tiras compridas. Corte as tiras em pequenos pedaços de 1,5 cm cada.
– Em uma panela grande, coloque água para ferver com um pouco de sal. Quando a água estiver fervendo, jogue os pedaços de nhoque e deixe que cozinhem por 3 a 5 minutos ou até que os nhoques comecem a boiar. Escorra e sirva com o seu molho preferido.

Acompanhamento

– Preaqueça o forno em temperatura bem alta (220 °C). Para essa receita você também pode usar o grill do forno, se tiver.
– Cozinhe o nhoque em água até que comece a flutuar e fique macio. Escorra e reserve.
– Enquanto isso, derreta a Margarina Amorela e misture bem o alho e o alecrim.
– Coloque o nhoque escorrido numa tigela e regue com a Margarina Amorela.
– Tempere com sal e pimenta a gosto e mexa delicadamente até que o nhoque fique coberto uniformemente.
– Coloque o nhoque em uma assadeira e cubra com queijo a gosto. Leve ao forno e asse até dourar. Sirva quente.

Brandili lança coleção em parceria com ChildFund Brasil

Brandili
Novidade, que também destaca a diversidade e a positividade, terá parte das vendas revertida para a ONG que atua há 55 anos no Brasil. Foto: divulgação

O valor de parte das vendas será doado para a ONG ChildFund Brasil.

A Brandili Têxtil acaba de lançar no mercado uma coleção baseada na diversidade, sustentabilidade e positividade: a linha Brandili Vibes. A novidade, que estará disponível a partir do dia 15 de setembro no e-commerce da marca, nas lojas espalhadas por todo o Brasil.

O mais legal deste lançamento é que a ONG ChildFund Brasil que receberá parte dos valores arrecadados nas vendas para investir em projetos socioeducativos com crianças.

“Esse projeto vem para reforçar o nosso propósito como marca: o amor pela criança. E, por isso, neste ano será a nossa principal campanha para o Dia das Crianças. Nada melhor do que presentear quem amamos e ainda ajudar quem precisa. O ChildFund Brasil tem valores, ideais, propósito e o brilho nos olhos. Precisamos fortalecer ainda mais esse trabalho”, comenta Elizabeth Brandes, diretora Comercial e Marketing da Brandili.

Grande parte dos looks são feitos com materiais sustentáveis, como fios de reciclagem de garrafa PET e fios com resíduos de malhas e tecidos da indústria têxtil.

Cada peça também possui uma tag que fala sobre esse trabalho em conjunto com a ONG.

A coleção é dividida em cinco famílias. Conheça:

Positive Vibes: peças produzidas com malha reviva (feita de fio reciclado de garrafa PET) que falam do empoderamento, do cuidado e do amplo respeito a todos com mensagens positivas.

Be You: peças com recortes contrastantes, tipografias e apliques minimalistas que trazem modernidade.

Color Clash: os coordenados coloridos dos rotativos combinam entre si cromaticamente, com formas geométricas com tipografias de preservação da natureza.

Jungle: o tucano é o personagem principal na família Jungle, misturado aos poás em fundos coloridos, com tons fortes e intensos.

Manual Touch: looks que exploram o viver com a natureza, trazendo o toque natural da viscose, peças com efeito de lavanderia bem suave e o mix com florais surrealistas.

Workshop gratuito: recolocação profissional para mães

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Mãe trabalhando em casa. Foto: Freepick

O foco é ajudar na recolocação profissional das mães que estão fora do mercado de trabalho ou que querem iniciar uma nova carreira.

Essa dica é para mães que desejam ingressar ou retornar ao mercado de trabalho: o workshop gratuito “Retomada da carreira”, que acontece na próxima quarta-feira (8), às 11h.

Ação faz parte do Programa “Lugar de Mãe é no BV” oferecido pelo banco BV, em parceria com as consultorias Mães Atuantes e Filhos no Currículo. As interessadas que se inscreverem aqui.

Serão debatidos temas como autoconhecimento, networking, desenvolvimento de currículo e construção de marca a partir do LinkedIn.

Entre as especialistas que falarão no workshop estão Elisa Walker, fundadora da Mães Atuantes; Camila Antunes, cofundadora da Filhos no Currículo; e Vanessa Cabral, gerente de Recursos Humanos do banco BV.

O workshop foi criado devido ao grande interesse das mulheres no programa “Lugar de Mãe é no BV,” oferecido pelo banco BV em parceria com as consultorias Mães Atuantes e Filhos no Currículo.

“É nosso compromisso causar um impacto positivo no desenvolvimento das mais de 3 mil inscritas no programa para que reconheçam e reconstruam sua história profissional a partir da potência de seus filhos nos seus currículos”, esclarece Michelle Terni, CEO da Filhos no Currículo.

O “Lugar de Mãe é no BV” é um programa de contratação de mães que não fazem parte do mercado de trabalho, com vagas para especialistas e liderança.

A iniciativa oferece oportunidades para essas mulheres olharem novamente para suas carreiras, com um ambiente que forneça equilíbrio na jornada profissional e pessoal.

“Acreditamos na importância de um ambiente cada vez mais inclusivo e humanizado para todas e todos. Fazemos isso ativamente como agentes de transformação e criando oportunidades a fim de valorizar a diversidade, a inclusão e a equidade dentro do BV”, afirma Ana Tárcia, diretora de Pessoas e Cultura do banco BV.

As participantes também terão acesso às informações do Programa de Formação <pra.elas> que estão com as inscrições abertas até 8 de setembro. O <pra.elas> serve de porta de entrada para mulheres que querem aprender sobre tecnologia.

As selecionadas receberão um treinamento gratuito e, após a primeira etapa de formação, poderão participar de um processo seletivo no BV.

As palestrantes:

Camila Antunes

Mãe da Isabel e do João, é cofundadora da Filhos no Currículo. É advogada, educadora parental e palestrante com especializações, inteligência emocional e parentalidade.

Elisa Walker 

Mãe da Laura, Isabel e Luísa, é responsável pelo pilar de Recrutamento & Seleção da Filhos no Currículo. Tem ampla experiência em empresas multinacionais e consultorias atuando em Atração de Talentos (R&S), Employer Branding, Projetos de RH, Desenvolvimento e Gestão de Pessoas.

Vanessa Cabral 

Mãe da Laura, é gerente de Recursos Humanos no banco BV. Tem vasta experiência em Gestão de Pessoas, Cultura, Marca Empregadora e Comunicação Interna tendo em sua trajetória profissional empresas como Itaú Unibanco, Santander e Korn Ferry.

Serviço: Workshop gratuito de recolocação profissional para mães

  • Data: próxima quarta-feira, dia 8 de setembro.
  • Hora: 11 horas.
  • Público: mães profissionais que desejam ingressar ou retornar ao mercado de trabalho.
  • Transmissão: ao vivo pelo LinkedIn da Filhos no Currículo.

Inscrições em: https://www.linkedin.com/events/6838596224547856384/

Garoto “desaparecido” é encontrado dentro de sofá-cama

Garoto, que deixou bilhete avisando de sua própria fuga, na verdade, estava o tempo todo escondido dentro de casa

Garoto, que deixou bilhete avisando de sua própria fuga, na verdade, estava o tempo todo escondido dentro de casa

Você consegue pensar no que faria caso soubesse que um garoto está desaparecido? E se esse garoto fosse seu filho, qual sua primeira ação, onde iria procurá-lo?

Dá até agonia só de pensar nessa possibilidade! Mas foi uma situação dessa que passou o eletricista Ataildes da Mata Santos, morador de Santa Catarina.

Imagine o susto que esse pai passou ao chegar em casa e se deparar com um bilhete do filho, com uma despedida e avisando sua própria fuga!

Bilhete e fuga do garoto desaparecido

“O dia foi bem tenso. Meu filho deixou um bilhete dizendo que tinha fugido, mas me amava”, disse o pai, que cuida sozinho do menino, em conversa com o UOL.

De acordo com o bilhete, entre os motivos da “fuga” seria a possível cobrança que o pai faz em relação aos seus estudos do menino.

“Eu cobro muito ele na questão da escola, nas tarefas. Meu filho não tinha feito uma tarefa e a professora mandou um bilhete pedindo explicação. Acho que, por medo, ele ficou acuado”, contou Ataildes.

O pai, em desespero, tentou ‘refazer’ os passos do filho durante o dia, para tentar encontrar alguma pista. Yan costuma ir para a escola sozinho pela manhã, então o pai tentou primeiro um contato com a escola.

Ao saber que ele não havia comparecido à aula, ainda tentou encontrá-lo na casa de uma vizinha. Sem sucesso, entrou em contato com a Polícia Militar de Blumenau para solicitar ajuda nas buscas.

“O tempo vai passando, fica aquele conflito de sentimento dentro de você, aquela luta interna ‘vai dar certo, não vai dar certo’, só pensa coisa negativa. A outra pessoa que estava comigo tentava me incentivar”, lembra o pai.

A situação mobilizou ainda amigos e vizinhos, que foram às ruas em busca do garoto e compartilharam a foto de Yan nas redes sociais.

Como o pai encontrou o garoto desaparecido

Durante a madrugada, o pai voltou para casa e, ao chegar, exausto, sentou-se no sofá-cama para pensar em outras possibilidades.

“Sentei no sofá-cama para pensar o que ia fazer e ouvi um gemido [de sono]. Olhei para a janela e não vi nada. Tive a ideia de puxar a parte do sofá e meu filho estava deitado dentro do sofá-cama. Ele fez um furo no forro, colocou uns panos e lençóis, deitou e fechou. Jamais imaginaria que ele estaria ali dentro”, confessa o pai, ao comentar a engenhosidade da criança.

“Foi um alívio [encontrar ele]. A minha outra alternativa era ver as câmeras do comércio da rua para ver para onde ele tinha fugido”, conta o pai.

Yan, de 10 anos, mora sozinho com o pai. Sua mãe mora em Brasília.

Aliviado em encontrar o filho e surpreso com a engenhosidade de tal feito, Ataildes quis saber onde Yan tinha visto ou aprendido a fazer o que ele fez. O menino explicou que não viu em nenhum lugar, apenas teve a ideia.

“Ele está bem, estamos conversando. Yan tem 10 anos. É um menino carinhoso, acredito que foi somente uma peraltice de criança. Agradeço a todos que me ajudaram a procurar meu filho”, disse Ataíldes.

Mãe apaga redes sociais da filha com quase 2 milhões de seguidores

Mãe afirmou que o mundo virtual e as redes sociais estavam influenciando a filha, de 14 anos, de forma negativa

Mãe afirmou que o mundo virtual e as redes sociais estavam influenciando a filha, de 14 anos, de forma negativa

Como um adulto que não faz parte do meio do entretenimento pode viralizar com adolescentes? A médica Fernanda Rocha Kanner descobriu, na prática, ao ganhar milhões de haters por excluir as redes sociais da filha.

Fernanda é mãe de Nina Rios, de 14 anos, que tinha mais de dois milhões de seguidores no TikTok. Assim como outros influencers dessa rede social, Nina publicava as famosas dancinhas e conteúdos que fazem sucesso para a mesma faixa etária.

No entanto, ao perceber que Nina estava crescendo e desenvolvendo sua autoestima com base na opinião de pessoas que ela nem conhecia, a mãe resolveu dar um basta, e radicalizou ao apagar a conta da filha na rede social.

Depois do ‘feito’, a médica ganhou uma legião de haters – os mesmos que eram, até então, seguidores do perfil de Nina. A situação se tornou insustentável, já que eles começaram a enviar inúmeras mensagens para a mãe, não só para saber qual o motivo da influencer ter “desaparecido”, mas também questionando a atitude de Fernanda.

Desabafo da mãe nas redes sociais

Para colocar um ponto final nos questionamentos, Fernanda fez um post em sua página no Instagram direcionado aos fãs da filha, que ela chama carinhosamente de “turminha teen”.

“Decidi apagar a conta do Tiktok e do Instagram dela. Chata, eu sei, mas nossa função como mãe não é ser amiguinha”, começou. “Eu não quero que ela cresça acreditando que é esse personagem. Não quero ela divulgando roupas inflamáveis de poliéster made in China. Não quero minha filha brilhante se prestando a dancinhas diárias como um babuíno treinado. Acho divertido… e mega insuficiente. Triste geração em que isso justifica fama”, afirmou. “Saudade de quando precisava ter talento em alguma coisa para se destacar”, explicou Fernanda.

A maternidade não vem com manual. Cada mãe sabe o que é melhor para seu filho!

Com uma foto da filha ainda criança para ilustrar o post, ela explicou os motivos que a levaram a apagar os perfis da filha nas redes sociais, como a falta de conteúdo que realmente interessa que, curiosamente, é postada por “criadores de conteúdo”, o mundo vazio da fama repentina e conquistada às custas de dancinhas, por críticas, cobrança e opiniões de pessoas que ela não conhece e à ideia de ser paparicada o tempo todo – e não por ter feito algo de valor. E ainda agradeceu todo o carinho que os seguidores sentem pela menina.

“A fã número um dela sou eu e ela continuará dando as caras por aqui, se quiser. Quando ela tiver conteúdo interessante para dividir, ela pode voltar a ter conta. A vida só presta quando se é feliz offline primeiro”, finalizou a mãe.

“Recebi incontáveis xingamentos. Um menino e uma menina falaram que eu merecia morrer por jogar fora todo ‘o trabalho’ dela. Todos, invariavelmente, quando eu entrava no perfil, eram aspirantes a fama de internet. No perfil falavam que eram Tiktokers, influenciadores, geradores de conteúdo. Que conteúdo gente? Até pra ser palhaço precisa estudar”, contou Fernanda.

Após o desabafo sincerão, a médica recebeu milhões de comentários, principalmente de pais e adultos famosos (celebridades de verdade), dando razão à escolha acertada.

Repercussão

Fernanda chegou a ser entrevistada para que as pessoas entendessem melhor a atitude dela como mãe.

A médica explicou que, quando a filha começou a usar as redes sociais, falava sobre voo livre para aves, uma de suas paixões (com apenas 12 anos, era a treinadora mais jovem do Brasil), e seu trabalho como voluntária em institutos de resgate a animais. Mas, aos poucos, a menina percebeu que fazer dancinhas e caras e bocas gerava muito mais likes.

Segundo a mãe, o propósito inicial da filha se perdeu. Acompanhando Nina desde o começo de sua trajetória nas redes sociais, Fernanda começou a restringir o uso das redes aos poucos quando percebeu que o propósito inicial da filha se perdeu. E ainda afirmou que

Existe ‘limite’ nas redes sociais?

A atitude de Fernanda tinha um único objetivo: blindar a saúde mental de Nina. E nós, do Maternidade Moderna, fazemos aqui um convite, para que vocês, caros leitores, pais e mães, façam o mesmo.

Mesmo com a correria do dia a dia, o home office, as horas extras não remuneradas, aulas online… Tirem um tempinho para ‘espiar’ o que seu filho tem feito nas redes sociais.

Os apps estão aí para ajudar em muita coisa, como no trabalho e no estudo, e também, claro, na diversão (que atire a primeira pedra quem nunca deu risada com vídeos de pets ‘aprontando’ alguma coisa). Mas, assim como tudo na vida, eles precisam ser usados com parcimônia.

O problema é que os filhos (crianças e adolescentes), por sua idade, ainda não são maduros o suficiente para compreender isso.

Não há “modernidade” que anule o bom conselho dos pais. A verdade é que muitas vezes o filho não entende, fica magoado, pensa que os pais não querem ver a ‘felicidade’ deles. O que eles ainda não sabem é que tudo o que fazemos é para vê-los felizes durante toda a vida.

Bebê gigante: Valentim chegou ao mundo já com o apelido de “superbebê”

Nasce bebê gigante em Santa Catarina! - Foto: Hospital Santa Terezinha

Saiba mais sobre a história de Valentim, que foi chamado de “gigante” por nascer com mais de 5 quilos e 55 centímetros

A equipe médica do Hospital Santa Terezinha, em Braço do Norte/SC, se surpreendeu no começo de agosto, com o nascimento de um bebê gigante na Maternidade da instituição.

O “superbebê”, como começou a ser chamado, é Valentim, que veio ao mundo com 55 centímetros e 5,348 quilos!

Impressionando os pais e toda equipe da maternidade Santa Teresinha, Valentim é um dos maiores bebês nascidos no HST nos últimos anos. “Nós já sabíamos que seria um bebê grande, mas nos surpreendeu”, garantiu a mãe, Carla Puma Santos de 23 anos. Esta foi a segunda gestação de Carla.

Seu super poder é compreensível: lindas bochechas rosadas garantem aquela vontade de abraçar esse superbebê!

O parto do bebê gigante

A cesariana foi realizada pelo médico obstetra, Dr. José Nazareno Goulart Junior, pelo anestesista Dr. Wanderlei Magrini, e teve acompanhamento pediátrico da Dra. Joana Prá.

O tamanho pode surpreender quem imagina um recém-nascido pequenininho e superleve. Mas, de acordo com os profissionais – e para a nossa alegria – o bebê é saudável. Tanto que ele e a mãe receberam alta médica em apenas dois dias.

“Valentim é um bebê saudável, cuja genética grande faz parte do histórico familiar, e a mãe não apresentou problemas durante a gravidez”, informou o hospital.

O pai, Eduardo Eler, tem 23 anos e é cortador de toras. Ele afirma que a família é toda grande. “Somos de família grande e o Valentim veio para representar (essa característica)”, destacou.

O Hospital Santa Teresinha realiza, em média, 700 nascimentos por ano, oferecendo em sua maternidade atendimentos com sala de parto totalmente equipada, quartos privativos, semi-privativos e SUS.

E você, também se surpreendeu com o tamanho do seu filho?