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Diversão online com a garotada: confira as opções do ZooMoo Kids

ZooMoo Kids
A Giramille e sua turma. Divulgação: ZooMoo Kids

Confira as estreias de junho do canal ZooMoo Kids.

Bora garantir a diversão da criança sem sair de casa? Então se liga no canal ZooMoo Kids, que tem várias opções no mês de junho.

Entre as atrações estão a estreia da série “A Fantástica Loja de Histórias da Flora Manga”, a segunda temporada de “De Criança Para Criança”, o especial “Semana do Meio Ambiente” e a maratona “Giramille”.

Confira:

A Fantástica Loja de Histórias da Flora Manga

Flora Manga narra histórias clássicas da cultura popular, de personalidades, de objetos, dos indígenas, da cultura afro, da literatura e da música, tudo de uma forma inteligente, divertida e criativa.

Estreia: 7 de junho
Exibição: Todos os dias, às 12h30 e 17h30
Vídeo de estreia: https://www.youtube.com/watch?v=VOGO7lD6vSY

Maratona Giramille

Muita diversão com essa girafinha inteligente que gosta de brincar e ensinar os amigos. Desafios, aprendizado de palavras, dicas de inglês, música e alegria com essa turma pra lá de animada.

Fará parte da maratona o recém-lançado “Amigos Para Sempre”, filme musical que reúne Giramille e toda a sua turma dentro de um castelo em meio à selva africana para falar sobre amizade e a importância de saber dividir. A música foi escrita pelo cantor Zeeba, uma das vozes brasileiras mais ouvidas no exterior, em parceria com Mayra Arduini, Matheus Plinta e Diego Navarro.

Estreia: 19 de junho
Exibição: Sábados e domingos, às 10h e 14h30
Vídeo de estreia: https://www.youtube.com/watch?v=HhjxVFmor14

De Criança Para Criança (2ª temporada)

Temporada inédita com personagens do imaginário infantil que viram histórias criadas, desenhadas e narradas pelas crianças. O resultado é uma linda animação com temas super importantes.

Estreia: 21 de junho
Exibição: Todos os dias, às 10h30 e 15h30
Vídeo de estreia: https://www.youtube.com/watch?v=a4t12rsvIOQ

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Para começar bem a semana: receita de Ninho ao Molho de Limão

Ninho
Ninho ao Molho de Limão. Foto: Divulgação Fortaleza

A receita de Ninho ao Molho de Limão fica pronta em 35 minutos.

A semana começando e que tal uma opção leve e saborosa para o cardápio desta segunda-feira?

Então confira o passo a passo do Ninho ao Molho de Limão:

Ingredientes:
Ninho com Ovos Fortaleza
(500 g)
Água Sal a gosto
2 colheres (sopa) de Margarina Puro Sabor
½ xícara (chá) de cebola ralada
1 xícara (chá) de creme de leite fresco
1 xícara (chá) de queijo tipo parmesão ralado
Raspas da casca de um limão siciliano

Modo de preparo:

  1. Cozinhe o Ninho com Ovos Fortaleza na água fervente com sal até que fique “al dente”.
  2.  Enquanto isso, prepare o molho. Para o molho, aqueça a margarina Puro Sabor em uma panela e murche a cebola. Acrescente o creme de leite fresco, o parmesão, as raspas de casca de limão e deixe ferver até que comece a engrossar.
  3.  Escorra a água do macarrão e sirva a massa com o molho.

Tempo de preparo: 35 minutos
Rendimento: 4 porções

Para mais receitas para toda a família, clique neste link.

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Estilo de vida dos pais influencia na modulação genética dos filhos

Gestante e alimentação
Hábitos saudáveis impactam gerações futuras. Foto ilustrativa.

Estilo de vida dos pais impacta gerações futuras.

Filhos saudáveis, este é um dos maiores desejos dos pais, até mesmo antes de concepção. Bons hábitos fazem toda a diferença, principalmente porque o estilo de vida dos pais influencia na modulação genética dos filhos.

Tá bom, mas o que isso realmente significa? Que se os pais se alimentarem bem e praticarem atividades físicas, reduzirão drasticamente a possibilidade dos filhos sofrerem de doenças crônicas, como obesidade e diabetes.

Esta informação vem de um estudo publicado na revista Nature Metabolism. O estudo mostrou que a obesidade e diabetes tipo 2 dos pais são fatores de risco para o desenvolvimento de disfunção metabólica dos filhos. E a prática de atividade física pelos pais contribui no combate ao desenvolvimento da disfunção metabólica em filhos adultos, agindo na prevenção de obesidade e diabetes tipo 2.

Ou seja, ser saudável hoje protege as gerações futuras.

Outros hábitos dos pais também entram nessa conta. De acordo com Organização Mundial da Saúde – OMS, o sedentarismo assim como tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e poluição do ar são fatores de risco que aumentam a incidência das doenças crônicas

Com base neste cenário, o período gestacional é perfeito adotar hábitos que tragam benefícios a curto e longo prazo para mães e filhos.

“Sempre salientamos aos nossos pacientes que o momento mais oportuno de agir em prol da saúde do ser humano é dentro da barriga da mãe. E o estudo reforça a importância do estilo de vida do casal na modulação gênica dos filhos”, ressalta a Dra. Carla Delascio, ginecologista e obstetra especializada em nutrologia do Centro de Saúde da Mulher da Pro Matre.

Segundo a médica, que preza muito a prevenção de doenças, o casal que se alimenta de forma consciente, pratica atividade física, dorme bem, tem um bom controle de fatores estressores, bem como baixa exposição à disruptores endócrinos, parece ter a capacidade de conquistar sinalizações hormonais mais favoráveis, ao aprimorar o padrão de metilação do DNA e poder agir na epigenética, melhorando o perfil da prole – chamada de programação metabólica fetal.

“Ao trabalhar questões físicas, aliando o cuidado com a saúde mental, emocional e social, e focar no estilo de vida do casal e incluir pequenas mudanças na rotina da paciente, como alimentação adequada e prática de atividade física, com suporte de equipe multidisciplinar e serviços direcionados como os que são oferecidos no Centro de Saúde da Mulher da Pro Matre, já são alguns dos passos iniciais para colher bons frutos no futuro”, finaliza Dra. Carla.

E aí, bora praticar hábitos mais saudáveis? Seus filhos agradecem!

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Bebês nascem com anticorpos contra a Covid-19 em Santa Catarina

Anticorpos Covid-19
Foto ilustrativa

O caso do bebê com anticorpos pode ser o primeiro do país.

Um bebê nasceu com anticorpos contra Sars-CoV-2, que causa a Covid-19 em Tubarão, no Sul de Santa Catarina. Esse pode ser o primeiro caso registrado no Brasil.

A mãe do pequeno Enrico, a médica Talita Mengali Izidoro foi imunizada com as duas doses da vacina CoronaVac quando estava com 34 semanas, o que acredita-se ser o motivo da criança ter os anticorpos contra a Covid-19.

Ele nasceu no dia 9 de abril e o teste que comprovou a presença de anticorpos foi realizado dois dias depois. Os dados foram avaliados por diferentes médicos, incluindo o secretário municipal de saúde de Tubarão/SC, o obstetra que acompanhou a criança, além da mãe de Enrico e dos profissionais do laboratório que fez o exame. O resultado mostrou 22% de anticorpos na amostra analisada.

De acordo com a diretora do Comitê de Imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia, Rosana Richtmann, ainda não foram registrados relatos semelhantes no país.

Em outros países foram divulgados relatos e estudos internacionais sobre episódios de imunização através da placenta com as vacinas Pffizer ou de RNA mensageiro que foram mais utilizados nos Estados Unidos e em Israel, mas não com a CoronaVac.

“Em relação a CoronaVac, é o primeiro evento, pelo menos que eu tenha notícia, principalmente aqui no Brasil. Então, é uma notícia muito boa. Nós estamos falando de uma vacina que está sendo bastante utilizada no nosso país”, explicou Rosana em entrevista ao G1.

O Ministério da Saúde informou que está recolhendo informações para confirmar se o caso do bebê é o primeiro do país. A pasta ainda está consultando estudos detalhados sobre o tema.

Um artigo científico esta sendo elaborado no programa de Pós Graduação da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) para documentar a descoberta e publicá-la.

“Ficamos felizes e emocionados e que sirva de incentivo a outras gestantes. É uma dose de esperança a todos”, afirma a mãe do bebê, que também integra a equipe de pesquisa.

O bebê será acompanhado e passará por novos exames com 3 e 6 meses de vida para avaliar se ele segue com a presença dos anticorpos no sangue da criança.

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Hora do Horror 2021: Hopi Hari abre pré-venda ingressos

Hopi Hari
Hora do Horror será em setembro

Veja como comprar os ingressos para a Hora do Terror.

O maior evento de horror da América Latina, a Hora do Horror do Hopi Hari, já tem data marcada para estreia: 3 de setembro. E o parque já abriu pré-venda dos ingressos, com Passaporte promocional.

O Passaporte da edição de 20 anos da Hora do Horror está disponível no valor promocional de R$69,90, sendo válido para a entrada de duas pessoas.

A atração, que virou tradição ainda não teve o tema deste ano revelado, mas a expectativa é alta. O que traz toda a magia a Hora do Horror, é a experiência de imersão: “O visitante faz parte da história, e a proximidade entre ele e as criaturas, vistas somente nos filmes, garante uma experiência sem igual. Estar perto do risco e sair ‘ileso’, envolver-se com segurança, é o que traz coragem de entrar na brincadeira”, conta Alexandre Rodrigues, presidente de Hopi Hari.

Como surgiu a Hora do Horror

A história do evento começa em agosto de 2002. De lá para cá, muitas criaturas assustadoras passaram pelas fronteiras de Hopi Hari, colocando algumas edições como as favoritas do público. Seja pelo sarcasmo dos palhaços em 2009, com o tema “Circo dos Horrores”, ou pela atração em 2014, na amaldiçoada “Loja de Brinquedos”, o fato é que mexer com o imaginário dos visitantes é o que os traz de volta, a cada ano.

Tanto é que, muitos voltam justamente para reaquecer suas memórias, “As crianças e os jovens que viveram essa atração em 2002, hoje retornam para sentir essa nostalgia, com a sua família”, relembra o presidente do Parque.

Enquanto setembro não chega, bora relembrar alguns momentos marcantes desta jornada assustadora? No Blog de Hopi Hari você pode conferir o que rolou nas duas últimas décadas e tentar adivinhar o que está por vir!

Saiba mais no site do Parque sobre compra dos ingressos clicando aqui, ou entrando em contato com a Central de Vendas, pelo telefone (11) 4210 4000.

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Autismo após um ano de pandemia: como é o impacto nas famílias

TEA
Entenda os sinais do TEA

O isolamento devido à pandemia deixa tudo muito mais difícil para as famílias e para os pacientes com autismo.

O transtorno do espectro autista (TEA) por si só já é desafiador. Pacientes com autismo têm um comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem. E a necessidade de isolamento devido à pandemia deixa tudo muito mais difícil para as famílias.

Todo desgaste psicológico que as famílias passam, com home office, cuidados com a casa, e principalmente o medo de contaminação pelo coronavírus tem feito com que os pais e cuidadores busquem por apoio e orientação parental durante esse período.

A saúde mental da família, juntamente com o desenvolvimento de habilidades que possam promover o desenvolvimento de independência de seus filhos e filhas, especialmente num momento como esse, precisa ser prioridade. Por isso, além do cuidado às pessoas com autismo, o cuidado aos cuidadores é essencial – a busca pelo acompanhamento psicológico é importantíssima”, explica o Dr. Adriano Barboza – PhD, BCBA, Pesquisador Colaborador no Munroe – Meyer Institute, da University of Nebraska Medical Center, Omaha (NE) e Consultor Técnico do Grupo Conduzir.

A situação não é fácil, como explica Tatiana Teixeira Takasu é advogada, tem 41 anos, é mãe do Miguel de 10 anos, que foi diagnosticado com autismo desde os dois anos e meio. Ela também é mãe de uma menina de 3 anos.

Ela e o marido dividem as tarefas da casa e trabalho para poderem dar conta de todos os afazeres que envolvem as crianças nessa fase de pandemia.

Tatiana explica que Miguel gosta muito de ir para a rua, mas a família não consegue sair, ainda mais nesta fase mais crítica, que interditaram todas as áreas comuns do condomínio.

“Tentamos fazer o máximo para que eles não se sintam tão presos – sei que é difícil porque a gente mesmo se sente preso e estressado, com a criança é pior ainda. Compramos para a casa piscina de bolinha, cama elástica, carteira escolar, brinquedos. A casa ficou uma bagunça – meio escola, meio parquinho – mas estamos nos adaptando da melhor maneira que podemos para que eles sintam o menos possível toda essa pressão. Não vejo a hora que tudo isso passe para ele voltar à rotina que era antes”, comenta a mãe.

Outra família que precisou se adaptar é a da Laura Marsolla, que professora, tem 54 anos, é mãe de Ana Clara – que é autista e tem 14 anos.

Ela também tem uma filha de 20 anos e assim como o marido, trabalham em esquema de home office. Laura conta que tem que readaptar o quarto da Ana Clara para a nova rotina, tudo para facilitar a organização e montar as tarefas. 

O dia é bem corrido, mas como minha filha já faz terapia há bastante tempo, ela já tem mais autonomia. Mas sempre passamos no quarto para saber como ela está, se precisa de algo, damos um mimo pra ela comer, ajudamos na organização. Tem sido uma experiência diferente para todos. Reestruturamos tudo por aqui”, explica Laura.

Mas ela encontrou um caminho para tentar diminuir o stress e criar atividades que fizessem bem a todos de casa: a família faz algumas pausas para tomar lanche, como se fosse recreio.

“Além disso, optamos por um passeio de moto no final da tarde, com todos os cuidado de higiene para a nossa proteção. Isso ajudou muito, porque a paixão da Ana Clara é moto. Essa foi uma forma de liberar o stress, porque ela estava tensa. Com o passeio, ela dá gargalhadas, levanta as mãos, abre os braços: é libertador! Um grande escape para a gente. Aqui em casa sempre falamos que a vida tem que ser leve, e que precisamos nos cobrar menos.”

Cuidado emocional com as famílias de crianças autistas

Não só os pacientes com autismo precisam de cuidado. As famílias e os cuidadores precisam de acompanhamento, pois estão em contato direto com as crianças dentro das casas, e que também estão restritos quanto à sociabilização e expostos às mudanças drásticas de rotina.

É importante que cada família consiga desenvolver estratégias de autocuidado – saúde mental é extremamente essencial neste momento. “Cada cuidador precisa ter uma perspectiva clara de quais são as expectativas de ensino para seu filho ou filha. Essas expectativas precisam ser alinhadas com o que é possível atingir, dentro do plano de ensino de cada indivíduo”, explica o Dr. Adriano Barboza, que também é Mestre e Doutor em Teoria e Pesquisa do Comportamento pela Universidade Federal do Pará.

O profissional destaca ainda que é preciso identificar que estratégias podem ser continuadas em casa é essencial, mas precisa ser feito de forma equilibrada. “Ao mesmo tempo que é necessário investir em estabelecer condições para a promoção de comportamentos funcionais, é também preciso investir em criar relações positivas entre mães, pais e filhos(as). Não há aprendizado sem motivação”, completa Barboza.

O olhar para a família

Como já foi dito, é preciso ter cuidado também com a família do autista. As conversas dos terapeutas com as famílias devem ser voltadas para entender qual o limite de cada uma.

É uma forma mais leve diante dessa situação complicada de distanciamento social e cuidados com o filho autista em casa, como explica Karina Frizzi – Psicóloga e Analista do Comportamento do Grupo Conduzir .

“Estamos vivendo um momento em que nenhum de nós nunca imaginou e estamos todos tendo que nos adaptar. Por sempre quererem o melhor para os filhos, vemos os pais se cobrando porque às vezes não conseguem fazer todas as atividades, brincar com as crianças, ensinar novas habilidades. Mas é muito importante que os pais tenham seus momentos de descanso também, sabendo que estão dando o seu melhor, e que o principal é que quando estão com seus filhos, consigam estar por inteiro e tenham uma interação de qualidade, mesmo que seja por menos tempo do que eles gostariam”

Parar um pouco e olhar para todas as demandas estabelecendo uma nova rotina para as famílias, pode ajudar muito neste momento. A psicóloga Karina Frizzi ainda continua:

“No nosso trabalho como terapeutas, em nossa clínica, sentimos a necessidade de ter um momento semanal com os pais, que se dedicam tanto aos filhos e passam grande parte do dia com eles. Elaboramos um “Treinamento para Pais” de maneira remota e, durante a intervenção, os pais são constantemente orientados pela equipe. Um momento onde podemos ensinar mais um pouco sobre como os cuidadores podem ajudar os filhos a aprender novas habilidades, manejar comportamentos, entre outras coisas. Esse tipo de ação é muito relevante para a qualidade de vida de toda a família”, finaliza Karina.

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Transtorno do Espectro Autista: pais devem ficar atentos aos sinais

Autismo
Entenda os sinais do TEA

O Transtorno do Espectro Autista começa na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta.

Por muito tempo a falta de conhecimento foi uma grande barreira para o diagnóstico no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA).  

O Transtorno do Espectro Autista ou autismo é definido como uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem, e por uma gama estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva.

Felizmente, hoje, com o avanço da medicina, é possível obter bons resultados no tratamento. A intervenção precoce pode garantir qualidade de vida e até mesmo mudar o futuro de pessoas com Transtorno do Espectro Autista. 

O TEA começa na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta. Uma estimativa da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) mostra que, em todo o mundo, uma em cada 160 crianças tem Transtorno do Espectro Autista.

De acordo com a neuropediatra Alinne Rodrigues Belo, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, esse é um transtorno do neurodesenvolvimento e que apesar de cada criança ser diferente da outra, os pais devem estar atentos a alguns sinais que são semelhantes.

“As crianças com TEA apresentam dificuldades ou limitações na comunicação e na interação social, atraso na linguagem verbal e não verbal e dificuldade de socializar com crianças da mesma idade e até mesmo com familiares”, revela a especialista.

A maioria dos sintomas do transtorno do espectro autista costuma aparecer quando a criança tem entre 1 e 1 ano e meio.

Se a criança tem interesses restritos e repetitivos, com comportamentos estereotipados e rígidos, além de dificuldades de tolerar mudanças na rotina, os pais devem acender o sinal de alerta.

“É importante estar atento ainda se a criança perder alguma habilidade que já tinha adquirido, como balbuciar e apontar. Toda regressão é um sinal de alerta para transtornos do desenvolvimento neurológico”, salienta Alinne.

Outras características que devem ser observadas são crianças que:

  • não apresentam sorriso social;
  • que não atendem chamado;
  • que não reagem a ruídos e sons do ambiente ou se tem reação exacerbada diante de um som específico;
  • com dificuldade de manter contato visual, que olha nos olhos de maneira rápida, o olhar não é sustentado;
  • que possuem mais interesse em objetos do que no rosto das pessoas;
  • que se interessam muito por objetos que possuem movimentos repetitivos;
  • que vocalizam pouco;
  • com dificuldade de tolerar o toque;
  • com distúrbios do sono;
  • irritabilidade elevada.

O autismo pode ser dividido como leve, moderado e grave. Ainda dentro de cada grupo existem outras divisões, como um grau bem leve ou um leve mais para moderado.

“É daí que vem o nome espectro. Uma maneira de enxergar como uma régua, em que há vários pontos, e não só 1cm, 2cm, e assim por diante”, afirma Roberta Caramico Pinto, neuropediatra e médica convidada da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi para falar sobre o transtorno.

Diagnóstico

Como os pais têm dificuldade em entender os sintomas, na maioria das vezes o diagnóstico vem quando a criança entra na escola e passa a ter contato direto com coleguinhas. Neste ponto os primeiros sinais aparecem com problemas na comunicação, dificuldades em se sociabilizar ou alterações no comportamento.

Para se chegar a um diagnóstico de TEA são usados critérios clínicos determinados por especialistas e descritos no Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.

Não há um marcador biológico que possa acusar o TEA, ou seja, não existem exames laboratoriais que identificam o transtorno. Por isso uma avaliação multidisciplinar realizada por profissionais com experiência na área é a forma mais precisa de chegar ao diagnóstico.

“Não existe idade mínima para se fazer o diagnóstico de TEA. Podemos observar sinais de alarme antes mesmo de a criança completar o primeiro ano de vida. Estudos mostram que é possível realizar o diagnóstico de TEA de forma precisa em crianças com menos de dois anos de idade”, afirma a neurologista Flora Brasil Orlandi, também convidada pela Prati-Donaduzzi.

O autismo não tem cura, mas é reabilitável e seu tratamento é por tempo indeterminado. “Muitas vezes é para a vida toda. O objetivo é fazer com que a criança tenha autonomia, independência, melhora da socialização e desenvolvimento adequado da linguagem. Em muitos casos o tratamento é modificado com o tempo, o número de sessões pode ir variando com cada profissional envolvido”, detalha Alinne.

Tratamento

O tratamento do TEA se baseia em terapias de alta intensidade com equipe multiprofissional especializada e qualificada, especialmente nas técnicas baseadas na Análise de Comportamento Aplicada (ABA).

Os pacientes que têm o transtorno tendem a necessitar também de terapia com o apoio de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, dentre outros profissionais, além do uso de fármacos.

“É possível utilizar medicamentos para auxiliar no manejo de sinais e sintomas associados ao TEA, como agitação, agressividade, impulsividade, muitas vezes ajudando no aproveitamento dos pacientes na terapia”, conclui Orlandi.

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Benefícios da terapia ABA para crianças com autismo

Autista
Com o isolamento impacta as famílias com pacientes com autismo. Foto ilustrativa.

Com bons resultados a terapia ABA é indicada pela OMS.

Os pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) possuem algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem.

O transtorno geralmente é diagnosticado na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta.

Um dos principais tratamentos para TEA é a intervenção em ABA (Análise do Comportamento Aplicada).

Com bons resultados comprovados cientificamente a terapia ABA é indicada pela OMS (Organização Mundial as Saúde).

“Temos certeza que os pais sempre estão em busca do que é melhor para seus filhos. Eles vão atrás da informação em diferentes lugares e pessoas para decidirem qual a intervenção mais eficaz para o desenvolvimento das crianças”, explica Karina Frizzi, Psicóloga e Analista do Comportamento – Supervisora ABA do Grupo Conduzir.

Quando se fala em ABA, se fala de ciência, de uma intervenção cientificamente comprovada. Tudo o que acontece nesse tipo de terapia deve ser registrado e analisado para avaliar os progressos.

Mas a intervenção vai muito além do momento da terapia e, por isso, é imprescindível ter a família como parceira, já que são eles quem passam a maior parte do tempo com a criança.

“Quando os pais estão preparados para manejar os comportamentos e aproveitar oportunidades para ensinar novas habilidades, a aquisição dessas novas habilidades acontece de forma muito mais rápida”, completa Karina.

Independente da forma de intervenção em ABA, on-line ou presencial, é importante verificar com o supervisor como a família pode acompanhar e adaptar as atividades que podem ser realizadas em casa – de acordo com o tempo, rotina e habilidades da criança.

Isso porque mesmo com as mudanças de ensino presencial para o ensino on-line, muitas pessoas com autismo que não possuem habilidades necessárias que as possibilitem acompanhar as aulas de maneira remota, como permanecer sentado, atentar às tarefas que são apresentadas, pedir permissão para falar, responder às instruções no momento em que são fornecidas.

Portanto, é importante avaliar adequadamente quais habilidades precisam ser estabelecidas antes de iniciar o processo de ensino em outros formatos. As famílias definitivamente são grandes aliadas nesse processo, porque são elas que irão realizar a implementação dos protocolos necessários em casa.

“Assim que se recebe a informação de que haverá alguma mudança de rotina, é importante estabelecer um protocolo de transição. Através da elaboração de um protocolo de transição, adaptações ambientais são gradativamente incorporadas com o objetivo de melhor adaptar o indivíduo autista às mudanças que virão”, explica o Dr. Adriano Barboza, Consultor Técnico do Grupo Conduzir.

Tatiana Teixeira Takasu, advogada, tem 41 anos, é mãe do Miguel de 10 anos – diagnosticado com autismo desde os dois anos e meio. Ela preferiu manter as terapias em casa, presencialmente, com todo o cuidado sanitário necessário para preservar a saúde da família e das próprias profissionais.

Miguel e sua família. Foto divulgação

“Sempre tomamos os cuidados para que todos estejam seguros. Tiramos os sapatos ao entrar em casa, peço também para as terapeutas trocarem de roupa. Utilizamos álcool em gel, máscara. Eu tenho muito medo, principalmente por causa das crianças, e porque tenho meus pais idosos. Tentamos tomar esses cuidados que acho extremamente necessário”, explica Tatiana.

Já Laura Marsolla, professora, tem 54 anos, mãe de Ana Clara – que é autista e tem 14 anos, preferiu manter as terapias de forma on-line. Após adaptações acredita que foi de grande importância não interromper o tratamento da filha por conta da pandemia.

Ana Clara durante a aula online. Foto divulgação.

“Decidimos voltar para a terapia on-line assim que a situação da pandemia ficou ainda mais preocupante. Eu até achei que no início não seria tão proveitoso, mas no caso da minha filha percebi que manteve a mesma qualidade. A Ana Clara fica bastante empolgada, a terapeuta envia o link e logo minha filha abre a conversa através da chamada de vídeo. Elas jogam on-line, veem até filme juntas! Tudo para adaptar às vivências, linguagens e situações da idade da minha filha. Isso porque estamos todos privados da interação social, dos amigos, e claro que isso faz muita falta, ainda mais na idade dela. Mas percebo que a terapia vai em busca de recursos para suprir isso da melhor maneira”, conta Laura

A psicóloga Karina explica que a aplicação da terapia (seja ela de maneira remota ou presencial – com os devidos cuidados de higiene) é uma escolha da família. E é importante lidar com tal escolha, para atender a necessidade de cada um.

“Estamos vivendo um momento que é novo para todos, então, precisamos nos adaptar e entender a decisão de cada um. O nosso papel enquanto profissionais é achar a melhor forma de continuar estimulando nossas crianças sem sobrecarregar essa família, e dentro das condições que elas se sentem seguras naquele momento”, finaliza Karina.

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Crumble de Maçã perfeito? Ensinamos como fazer

Crumble de Maçã
Receita de Crumble de Maçã. Foto: Divulgação

O Crumble de Maçã é servido quente. A dica é acrescentar uma bola de sorvete de baunilha, criando uma experiência sensorial diferente.

O Crumble é um prato doce de origem britânica, feito com frutas picadas cobertas com uma massa especial, que é assada até que a cobertura fique crocante, resultando em uma experiência única de sabor.

Deu água na boca né?

O prato é servido quente, portanto, pode acompanhar uma bola de sorvete de baunilha, criando uma experiência sensorial diferente.

E agora vem a melhor parte, com a ajuda da Piraquê vamos te dar o passo a passo para fazer um Crumble de Maçã perfeito. Confira:

Crumble de Maçã

Ingredientes:

Para a massa:
200 g de Biscoito Maizena Piraquê triturado
150 g de manteiga em temperatura ambiente
1 colher de (chá) de canela em pó

Para o recheio:
1 colher (sopa) de amido de milho
Suco de 1 limão
5 maçãs sem casca, cortadas em cubos médios
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó

Para o crumble:
100 g de Biscoito Maizena Piraquê50 g de açúcar
100 g de manteiga fria cortada em cubos
50 g de amêndoas cruas picadas grosseiramente


Modo de Preparo

Para a massa:
– Em um recipiente, misture o biscoito, a manteiga e a canela até obter uma massa úmida.
– Forre o fundo e as laterais de uma forma redonda, de fundo removível, de 22,5 cm de diâmetro e refrigere.

Para o recheio:
– Dissolva o amido em 3/4 de xícara (chá) de água e limão.
– Em uma panela, leve os demais ingredientes para cozinhar, junto com o amido diluído por cerca de 10 minutos. Espere esfriar por completo.

Para o crumble:
– Reserve 5 biscoitos e pique grosseiramente. O restante processe até formar uma farinha grossa.
– Misture a farinha de biscoito e o açúcar em uma tigela. Acrescente a manteiga e misture com as mãos até obter uma massa arenosa. Coloque as amêndoas e o restante do biscoito.

Para a montagem:
– Com a base fria, recheie a torta com o recheio já frio e cubra com a farofa.
– Asse a 180 °C por cerca de 25 minutos até que o crumble fique crocante.


Rendimento:
8 porções
Tempo de preparo: 60 minutos

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Vem novidades da Turma da Mônica Jovem por aí

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Capa da edição histórica da Turma da Mônica Jovem. Foto Divulgação.

Edição da histórica da Turma da Mônica Jovem chega às bancas no fim de abril.

A edição 52 da Turma da Mônica Jovem, que chegará às bancas no próximo dia 30, trará as primeiras páginas que apresentarão a terceira Série do Mangá.

O roteiro, que une duas séries em uma só revista, gira em torno de um inimigo que chega para libertar a bruxa Yuka das Quatro Dimensões Mágicas.

Mas um importante evento mudará tudo o que se conhece e agitará a vida de todos no bairro do Limoeiro.

Aqui no Maternidade Moderna estamos bemmmmm curiosos!!!!

A edição histórica  já está em pré-venda na loja online da editora por R$11,90.

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